Grupo Renault & a nuvem: 4 anos de bons resultados

Conversar sobre a adoção da computação em nuvem pelo Grupo Renault com Claudio Lezcano, responsável pela Segurança da Infraestrutura de TI do grupo na América Latina, é uma experiência altamente gratificante. Afinal, já se passaram quatro anos desde o início do projeto que tinha em Lezcano o seu Project Manager (PM). Com o sucesso contínuo na evolução da migração para a nuvem, hoje ele atua como gestor do contrato estabelecido com a Dedalus Prime que tem como objeto soluções e serviços ofertados no modelo de computação em nuvem.
A história começou quando o grupo Renault, que contava com 11 fornecedores de TI distribuídos por cinco países, decidiu que faria a consolidação desses fornecedores, visando ter um único habilitado e de reconhecida competência em nuvem com segurança. No bate-papo a seguir Lezcano explica melhor essa trajetória, os ganhos do cenário atual e as expectativas futuras do grupo Renault com relação a esse projeto.

Atmosfera Dedalus – O que motivou essa história há quatro anos?
Claudio Lezcano – Tínhamos uma necessidade de consolidar nossos serviços de hosting para atender necessidades relacionadas à plataforma Web nos países em que atuamos na América Latina. Além da consolidação em um único fornecedor, em substituição aos que nos atendiam, também tínhamos uma definição de que iríamos para um cenário de computação em nuvem que poderia atender questões de flexibilidade, segurança, elasticidade, pagamento por uso e outras características desse modelo de negócio.
Partimos então para a elaboração de uma RFI (Requisição para Informações, da expressão inglesa “Request for Information”) e posteriormente, de uma RFP (Requisição de Proposta Informações, da expressão inglesa “Request for Porposal”) em que definimos quais características e demandas que queríamos atendidas.


Atmosfera Dedalus – Quais os principais pontos que orientavam essa RFP? Quais foram os vencedores do certame?
Claudio Lezcano – Estávamos falando de soluções no modelo IaaS (Infraestrutura como Serviço) e, logicamente, de todos os conceitos que definem esse tipo de oferta. Destaco outros aspectos que eram essenciais: a) O provedor deveria estar habilitado para atender todos os países em que atuamos na América Latina; b) Possuir um framework ou processo de segurança eficaz, eficiente e sempre atualizado com as últimas soluções de mercado; c) Ter a capacidade de responder rapidamente às demandas do Grupo Renault com todas as particularidades existentes em nossas aplicações e operações; d) E por fim apresentar a melhor relação custo x benefício.
A vencedora foi a Dedalus, por atender nossa condição em ser um integrador que se transformasse no ponto de contato, com boa experiência em casos concretos de sucesso e que pudesse nos apresentar, no mundo real das operações, como seriam implementados os conceitos de nuvem que tinham nos levado à decisão estratégia de migração para esse modelo.
Como a Dedalus é a principal parceira da AWS no Brasil, a decisão pelo provedor de recursos computacionais ficou mais tranquila e, desta forma, passamos a ter uma única empresa nos atendendo e responsável pela cobrança de todo o contrato, inclusive os custos com a AWS. Era exatamente a solução tecnológica e comercial que estávamos buscando.

Atmosfera Dedalus – No aspecto tecnológico, como tem sido a relação com a Dedalus?
Claudio Lezcano – Após o período inicial de 18 meses em que tivemos que aprender muito sobre como demandar e trabalhar no modelo de computação em nuvem, hoje posso afirmar que a nossa relação é baseada em processos, ou seja, quem nos atende é a Dedalus e não um profissional especifico para determinada demanda. Temos projetos de desenvolvimento, de implementação, de monitoração, otimização e, mais recentemente, incorporamos o Managed Services ao nosso conjunto de serviços contratados junto à Dedalus.
Aqui, destaco diversos aspectos como, por exemplo, maior agilidade nas implementações (projetos que levavam três meses para serem implementados e que hoje são entregues em duas semanas). Também vale mencionar o framework robusto de segurança da AWS aliado aos processos e procedimentos da Dedalus, se mostraram como fatores primordiais para nossa decisão.  
Além disso, a ida para a nuvem nos obrigou a reavaliar e adaptar processos vigentes, assim como a relação com as áreas de negócio para que as demandas fossem mais assertivas e com maiores possibilidades de atendimento correto. Ainda que existam diversas melhorias a serem feitas, posso afirmar que todo mundo ganhou.

Atmosfera Dedalus – Não podemos deixar de falar dos ganhos com Gestão. Quais os impactos na gestão da TI, das áreas de negócios e do grupo Renault?
Claudio Lezcano – É evidente o ganho na gestão de Desenvolvimento & Implementação com a redução do tempo para chegar à entrega final dos projetos. A gestão da Segurança que passou para as mãos da Dedalus, nos garante uma equipe qualificada e constantemente treinada, além da necessidade de aquisição e atualização sistemática de produtos e soluções que garantam nossas bases de informações de produtos.
Por fim, a gestão Financeira da opção por nuvem. Não é possível comparar os custos atuais com os de quatro anos atrás, quando o cenário era diferente. Entretanto, passados os primeiros 18/24 meses em que os custos ainda se mantiveram no mesmo patamar ou até um pouco acima, hoje temos a certeza de resultados positivos. A não incidência em custos com equipamentos, produtos, equipes para processos e rotinas de segurança, redução de gastos pela agilidade de desenvolvimento e implantação, nos proporciona ganhos econômicos e financeiros concretos.
A opção pela nuvem e a contratação de um único fornecedor com todas as características e qualificações de um integrador têm se mostrado a solução adequada para atender às demandas atuais e futuras das áreas de negócio e da estratégia do grupo Renault na região da América Latina.

 

Matéria publicada na edição 4 da revista Atmosfera Dedalus 

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